O Baltazar
Na cidade de Lisboa, numa uma manhã ensolarada de primavera, Baltazar enncontrava-se na sua janela com vista para a Sé Catedral, observando os pássaros voando livres pelo céu azul. O sol brilhava radiante, mas seu coração estava mergulhado numa sombra profunda, pois acabara de receber a notícia da partida inesperada de alguém.
Era como se o tempo tivesse congelado naquele momento, enquanto o Baltazar refletia sobre a dor da perda e a saudade avassaladora que tomava conta de sua alma.
Ele lamentava não ter aproveitado mais os preciosos momentos ao lado daquela pessoa especial, mesmo sabendi que os dias dela estavam contados.
As árvores balançavam ao ritmo do vento, como se também sentissem a tristeza que pairava no ar. No semáforo abaixo, os carros paravam e seguiam, indiferentes à dor que Iso carregava em seu peito. Uma rapariga corria desesperadamente para apanhar o autocarro, sem perceber a dor silenciosa que habitava o coração do ar.
Enquanto isso, no parque próximo, as crianças brincavam alegremente, sem se dar conta da partida daquela pessoa tão amada. Para elas, a vida seguia seu curso natural, cheia de risos e brincadeiras, enquanto para Baltazar, o mundo parecia ter perdido um pouco de sua cor.
As horas passavam lentamente, e a noite caía sobre a cidade.
Baltazar continuava ali, olhando para o horizonte escurecido, sentindo a ausência daquela pessoa que agora habitava apenas nas suas lembranças. Ele percebia que a vida continuava sem parar, que os dias e as noites seguiam seu curso implacável, mas que para ele, nada mais seria como antes.
Naquele momento de dor e reflexão, Baltazar compreendia que a morte era apenas uma parte inevitável da jornada da vida. A partida de alguém amado deixava uma ferida aberta no seu coração, mas também o lembrava da preciosidade do tempo e da importância de aproveitar cada momento ao lado daqueles que amamos.
E assim, enquanto o mundo ao seu redor continuava em movimento, Baltazar enfrentava o desafio de lidar com a saudade e a dor da perda, sabendo que a vida seguia seu curso, mas que a lembrança daquela pessoa especial jamais se apagaria de sua memória.
No entanto, o Baltazar conseguiu mater um sorriso no rosto ate ao fim do dia. sem que ninguém oercebssse as turbulências que o seu coração carregava.

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